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Estudantes da EPG Gabriela Mistral participam de vivência Kaimbé durante programação do Agosto Indígena

EducaçãoPor Redação Guarulhos Digital em 10/08/2026
Estudantes brasileiros exploram a cultura indígena em residência durante o Agosto Indígena 2026, promovendo educação sustentável e consciente sobre a natureza.
Estudantes da EPG Gabriela Mistral participam de vivência Kaimbé durante programação do Agosto Indígena

Estudantes da EPG Gabriela Mistral participam de vivência Kaimbé durante programação do Agosto Indígena

Segunda, 10 de Agosto de 2026 - 10:04

Na sexta-feira (7), estudantes do Atendimento Educacional Especializado (AEE) da EPG Gabriela Mistral visitaram a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Espaço Kaimbé, na Aldeia Multiétnica Filhos Dessa Terra. A visita é parte da programação do Agosto Indígena 2026, que, por meio da Secretaria de Educação de Guarulhos, objetiva ampliar conhecimentos sobre a história e cultura indígena, em conformidade com as diretrizes operacionais para a implementação da história e das culturas dos povos indígenas na Educação Básica.

Durante a visita, os educandos participaram da vivência “Nutrindo vidas, colhendo afetos”, mediado por Day Puri, mulher indígena do povo Puri, terapeuta integrativa complementar e educadora social, e pelo cacique Alex Werá, educador social e liderança Kaimbé no estado de São Paulo.

De acordo com Luciene Rodrigues, professora responsável pelo AEE na unidade escolar, essa vivência é essencial para os alunos, pois amplia as possibilidades de aprendizagem para além dos atendimentos. “Essa experiência é rica não só para eles, mas também para nós, professores. Aqui, conseguimos enxergar capacidades que muitas vezes não aparecem no contexto da sala de aula. Eles trazem conhecimentos próprios, identificam plantas, flores — coisas que nós mesmos não sabíamos”.

Day Puri ressalta a importância do contato com a natureza como ferramenta transformadora no processo educativo. “É notável a transformação das crianças ao final da visita: elas chegam de uma forma e partem com um olhar renovado. Minha expectativa é que elas retornem aos seus lares como multiplicadoras desse aprendizado”.

Para Puri, em uma sociedade onde o concreto e o asfalto predominam e o convívio com quintais e espaços naturais se torna escasso, é fundamental que as crianças tenham o contato com a terra, compartilhando com suas famílias as lições aprendidas e incentivando a valorização do meio ambiente.

Para mais informações sobre o Agosto Indígena 2026, acesse https://portaleducacao.guarulhos.sp.gov.br/siseduc/portal/site/listar/c….

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