
These are the countries moving to ban social media for children
Australia se tornou o primeiro país a banir o acesso a redes sociais para crianças a partir de 16 anos, em dezembro de 2025. A medida proíbe o uso de Facebook, Instagram, Snapchat, Threads, TikTok, X, YouTube, Reddit, Twitch e Kick para menores de 16 anos. O governo australiano exige que as empresas de redes sociais implementem medidas para evitar que crianças usem suas plataformas.
A lei também estabelece penalidades de até 49,5 milhões de AUD ($34,4 milhões de USD) para empresas que não cumprirem com as normas. O governo australiano afirma que as plataformas devem usar métodos de verificação múltiplos para garantir que as pessoas usando suas serviços sejam maiores de 16 anos.
A medida é um precedente que outros países estão observando de perto. A Austrália está sendo acompanhada por outros países que também estão considerando ou implementando banhos em redes sociais para crianças e adolescentes.
Austria anunciou em março que vai banir o acesso a redes sociais para crianças até 14 anos. O governo austríaco espera finalizar o projeto de lei até junho. Já o Canadá apresentou um projeto de lei de segurança digital em junho que proibiria o acesso a redes sociais para crianças menores de 16 anos.
Denemarkes também está planejando banir o acesso a redes sociais para crianças menores de 15 anos. O governo dinamarquês anunciou em novembro de 2025 que conseguiu apoio para a medida de três partidos da coalizão governamental e dois partidos da oposição no parlamento.
Francia também está considerando banir o acesso a redes sociais para crianças menores de 15 anos. O governo francês aprovou um projeto de lei em janeiro que proíbe o acesso a redes sociais para crianças menores de 15 anos. O presidente Emmanuel Macron apoia a medida como uma forma de proteger as crianças do excesso de tempo de tela.
Essas medidas são parte de um movimento global para proteger as crianças e adolescentes do impacto negativo das redes sociais. Muitos países estão considerando ou implementando banhos em redes sociais para crianças e adolescentes, com o objetivo de reduzir os riscos e pressões que esses jovens enfrentam on-line, como cyberbullying, dependência de tecnologia, problemas de saúde mental e exposição a predadores.
Essas medidas também levantam preocupações sobre privacidade e excesso de intervenção governamental. Críticos, incluindo a Amnesty Tech, argumentam que esses banhos são ineficazes e ignoram as realidades das gerações mais jovens. No entanto, muitos países estão avançando com propostas de legislação, apesar dessas críticas.